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Os modelos de aprendizagem de Kolb, Honey e Mumford: implicações para o ensino de ciências

dc.creatorRodríguez Cepeda, Rodrigo
dc.date2018-04-17
dc.date.accessioned2021-08-31T19:47:52Z
dc.date.available2021-08-31T19:47:52Z
dc.identifierhttps://revistas.ugca.edu.co/index.php/sophia/article/view/698
dc.identifier10.18634/sophiaj.14v.1i.698
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11396/6851
dc.descriptionEl presente documento muestra los resultados de una investigación documental alrededor de dos modelos de aprendizaje fundamentados en la premisa de que cada persona aprende diferente, esta temática ha sido ampliamente debatida y aún cuenta con un gran potencial para la investigación en educación, en este sentido, la investigación documental se centra en los modelos propuestos por David Kolb (1974), el cual está centrado en la concepción de que el aprendizaje es experiencial y Honey y Mumford (1986), que asumen el aprendizaje en cuatro pasos completamente articulados. En ambos casos se propone una secuencia ideal para que el aprendizaje sea exitoso, igualmente definen unos estilos de aprendizaje como características inherentes a las personas.  Con estos conceptos se plantea un análisis crítico a fin de identificar similitudes y diferencias entre los dos modelos y se proponen algunas implicaciones para la educación en ciencias. Se espera motivar a los investigadores para que propongan  nuevas iniciativas de trabajo en este campo del conocimiento.es-ES
dc.descriptionEste documento mostra uma análise reflexiva em torno de dois modelos de aprendizagem baseados na premissa de que cada pessoa aprende de maneira diferente, este tema tem sido amplamente debatido e ainda tem grande potencial para pesquisa em educação, nesse sentido, a reflexão está concentrada nos modelos propostos por David Kolb, o qual está baseado na concepção de que a aprendizagem é experiencial e em Honey e Mumford, os quais assumem a aprendizagem em quatro etapas totalmente articuladas. Em ambos os casos, uma sequência ideal é proposta para que a aprendizagem seja bem sucedida, eles também definem uns estilos de aprendizagem como características inerentes das pessoas.  Com estes conceitos, uma análise crítica é proposta para identificar semelhanças e diferenças entre os dois modelos, e algumas implicações para o ensino de ciências são expostas, espera-se motivar os pesquisadores a propor novas iniciativas de trabalho nessa área do conhecimento.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.formattext/html
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.languageeng
dc.publisherUniversidad La Gran Colombiaes-ES
dc.relationhttps://revistas.ugca.edu.co/index.php/sophia/article/view/698/1276
dc.relationhttps://revistas.ugca.edu.co/index.php/sophia/article/view/698/1252
dc.relationhttps://revistas.ugca.edu.co/index.php/sophia/article/view/698/1514
dc.rightsDerechos de autor 2018 Sophiaes-ES
dc.sourceSophia; Vol 14 No 1 (2018): Sophia Educación; 51-64en-US
dc.sourceSophia; Vol. 14 Núm. 1 (2018): Sophia Educación; 51-64es-ES
dc.source2346-0806
dc.source1794-8932
dc.subjectAprendizajees-ES
dc.subjectenseñanza de las cienciases-ES
dc.subjectenseñanza de la químicaes-ES
dc.subjectAprendizagempt-BR
dc.subjectensino das ciênciaspt-BR
dc.subjectensino da químicapt-BR
dc.titleLos modelos de aprendizaje de Kolb, Honey y Mumford: implicaciones para la educación en cienciases-ES
dc.titleOs modelos de aprendizagem de Kolb, Honey e Mumford: implicações para o ensino de ciênciaspt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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